Arquitetura feita de terra, do desenho ao canteiro.
Uma década construindo em taipa de pilão na Austrália, agora aplicada ao contexto brasileiro. Projetos detalhados para a materialidade da terra, obras acompanhadas de perto e equipes capacitadas no local.
Arquitetura
Arquitetura residencial e institucional com projeto executivo pensado para a taipa de pilão: formas, juntas, reforços e conexões com madeira e metal.
Construção
Administração e acompanhamento de obra, execução de paredes em terra e de instalações artísticas, com foco na qualidade do canteiro.
Consultoria
Suporte a escritórios e construtoras: testes de solo e misturas, desenho de formas e capacitação da equipe de obra local.
Projetos
Sobre
Rodrigo Rocha
Arquiteto e urbanista pela Escola da Cidade, Rodrigo passou quase dez anos na Austrália, onde foi construtor de taipa de pilão na Olnee Constructions, arquiteto e administrador de obras na Earth House Australia e integrou o escritório Steffen Welsch Architects, em Melbourne.
De volta ao Brasil, fundou a Goya para levar a taipa de pilão contemporânea ao contexto local, projetando, construindo e formando equipes. É integrante da Associação Casa Floresta, núcleo de pesquisa ligado à floresta e aos povos originários.
Credenciais
Contato
Vamos conversar sobre o seu projeto em terra.
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- (19) 99615-3063 ↗
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Vila Sagui

Pátios que prolongam o interior e paredes curvas de terra que emergem do terreno e conduzem o olhar para a paisagem.
A ideia central foi projetar pátios como uma extensão do interior, sem perder a sensação acolhedora de estar entre paredes de terra. Aproveitar a inclinação natural do terreno para implantar cada edifício em seu próprio ambiente é um princípio do projeto, alinhado ao plano diretor da área, que define um lugar para cada atividade.
O edifício principal reúne cinco usos sob um único telhado leve: cozinha profissional, escritório, oficina de costura, cozinha coletiva e área de serviços. Paredes curvas de taipa de pilão emergem do solo como barreiras sólidas que orientam a vista para a paisagem ao redor e convidam o olhar para o horizonte a partir de diferentes pontos.
O uso de recursos locais foi uma premissa desde o início. O solo retirado na terraplanagem e na abertura das áreas úmidas, criadas para controlar e armazenar a água da chuva, é abundante o bastante para se tornar o principal material da obra. As paredes externas são de taipa de pilão e as internas, de tijolos de solo-cimento, somadas a soluções coerentes de projeto: planta compacta, luz solar indireta nos interiores, massa térmica e aberturas entre os ambientes para a ventilação cruzada natural.
- Tipo
- Residencial e comercial
- Local
- Holambra, SP
- Ano
- 2026–2027
- Arquitetura
- Rodrigo Rocha, Vitor Pena e Gabriela Peronti
- Premiação
- Architecture Hunter Awards · selecionado na categoria Projetos não construídos
